Mudança de endereço
Este blog está mudando de casa, mas permanece no mesmo condomínio: a partir de agora o endereço deste blog passa a ser http://ppdesdi.wordpress.com mas continua a utilizar o CMS (Sistema de Gerenciamento de Conteúdo, na tradução) do WP (WordPress), só que agora no próprio site do wordpress.com.
Uma grande vantagem do WP é o gerenciamento de SPAMs, que além de contar com filtro automático próprio, permite eliminar 1 ou 1.000.000 de SPAMs com um par de cliques, o que cá pra nós, é mais prático do que limpar a caixa de emails (a não ser que você use o YAHOO - que diz ser ilimitado - ou o GMAIL - que compacta as mensagens, sendo quase infinito).
Dentre as mudanças, espero dividir os posts com os mestrandos de 2008, o que deve aumentar o número de postagens e informações sobre este mestrado em design. O conteúdo mais relevante do BLOG “antigo” será migrado para este novo, e algumas páginas serão removidas ou acrescentadas (alunos de 2007 darão lugar aos de 2008, p.ex.).
No mais, espero que este Blog, assim como o Projeto Pavão (exposição dos trabalhos pessoais dos graduandos/ESDI, que começou na minha turma, formada em 1995) passe para outras mãos, mantendo o número de acessos (cerca de 2.000/mês, projetando um total de 20.000 até o final do ano). Afinal, não é sempre que os estudantes que estão chegando podem aprender com os que estão se formando…
Até breve,
Wallace Vianna
Artigos publicados
Como vários de nós estão apresentando artigos em congressos (Dani no nordeste, Filipe na Argentina e por aí vai), outros como eu estão publicando textos através de professores em veículos acadêmicos. O texto que escreví com o (pós-doutor!) Jorge Lúcio acabou de sair na BOCC - Biblioteca Online de Ciências da Comunicação. Quem quiser prestigiar, aqui vai o link direto…
1 comentário »Reunião PPDESDI e mestrandos
Nesta 3ª feira foi realizada reunião com o coordenador do PPDESDI e mestrandos (turma de 2007 e 2008, respectivamente), a fim de tirar eventuais dúvidas sobre o mestrado da ESDI.
Prof. Guilherme colocou a importância de se publicar artigos, tanto para valorizar o currículo acadêmico (do mestrando e instituição) como para mestrandos que não possuem prática de escrita desenvolvam essa aptidão.
Sobre a publicação de artigos, existem vários canais: publicar através de professores e/ou orientadores que tenham um canal de contato com publicações ou congressos (no Brasil ou exterior). Foi colocado que os congressos não possuem atualmente o peso que tinham num passado recente, mas ainda são canal importante. E a obrigatoriedade de publicar um artigo - relacionado a pesquisa - durante o mestrado é algo que esbarra na necessidade de enviar para mais de um veículo acadêmico (não se sabe onde o artigo será aceito).
Sobre o prazo de conclusão de mestrado propriamente dito, foi esclarecido o prazo recomendado (24 meses) e o estipulado de fato (30 meses). Sendo o exame de qualificação até o 21º mês. Esclarecendo as versões “em off” que circulam sobre o que se espera da defesa ou qualificação, foi colocado pelos alunos uma versão “não-oficial” de que se deve apresentar na qualificação a sua metodologia de pesquisa, além de 50% da tese, escrita, com sumário comentado e bibliografia. Guilherme colocou que grosso modo, se espera do mestrado não uma “contribuição inovadora dentro duma área do conhecimento” (isso é esperado no doutorado) mas sim o conhecimento detalhado de um assunto, com um recorte compatível dentro de um trabalho de 2 anos.
Sobre o modelo e manual de redação da tese, certas formatações são obrigatórias (tamanho A4, em pé, p.ex.) mas certas regras de estilo não são tão rígidas, e existem apenas para que não se escreva a tese com fonte cursiva decorativa (!) tamanho 24, p.ex. Sobre esse tema surgiram dúvidas sobre formatação de elementos da página (eu por exemplo, tenho dúvidas sobre formatação de tabelas), e ficou a sugestão de reunir essas dúvidas em algum lugar (nos comentários deste post, p.ex.) e levar à coordenação da pós-graduação, na proxima reunião a ser marcada em início de agosto.
De resto, Axcel colocou sua intenção de criar uma publicação sobre a história do design, a exemplo de outras instituições que possuem publicações acadêmicas dentro das linhas de pesquisa da instituição (esta idéia pode ser um projeto pessoal de qualquer mestrandos).
o PPDESDI agora tem uma cafeteira (demorou mas chegou!), comprada pela turma de 2008. Como foi adquirida com contribuição de todos, para todos, quem quiser/puder colaborar repondo o investimento, basta deixar a sua doação com a Fátima…
Defesa design e movimento Armorial
A dissertação “As Relações entre Design e o Armonial de Suassuna” de Francisco Beltrão do Valle, defendida em 29/05/2008, a partir das 14h30, desenvolveu uma linha histórica ao descrever o Movimento artístico-cultural pernambucano Armorial, criado por Ariano Suassuna, além de discorrer sobre o design dentro desta produção artística, enfocando a tipografia baseada na iconografia adotada por este movimento.
Na parte de design, as fontes tipográficas criadas por designers baseadas no movimento Armorial remetem a tipografia criada por Suassuna, que por sua vez se baseou nos ferros de marcar gado. Esta opção dos designers foi criticada pela banca, uma vez que os ferros de marcar são mais originais (no sentido estrito da palavra, da origem da forma) e mais ricos em detalhes do que a tipografia criada pelo mundo do design. Por outro lado a banca aprovou a abordagem de Francisco ao escolher a tipografia como elemento de design, por oferecer elementos incontestes de design (construção, serialização, modularidade, etc).
Dentre as peças de design criadas pelo movimento estão as iluminogravuras (poesias ilustradas) que como elemento de design possui toda uma estruturação (simetria, espelhamento, proporcionalidade) que mereceu fazer parte da análise, pois esse rigor formal é algo pouco comum dentro duma arte dita popular.
A parte histórica foi muito interessante, pois ao fazer o inventário do movimento fica claro que o movimento Armorial se apropriou de uma série de movimentos culturais (arte de cordel, p.ex.) para criar uma cultura própria, com critérios rígidos criados por Suassuna. Chico Science por exemplo, independentemente de sua genialidade própria de sua obra, se declarava Armorial mas não o era considerado por Suassuna – e outros – por “reunir coisas boas e ruins, como o hop-hop e cultura popular” no seu movimento Mangue Beat.
A parte semiológica discorreu sobre linhas de pensamento filosófico e semiológico que poderiam justificar o pensamento Armorial, como Panofsky, o que no entender de parte da banca, foi algo pouco desenvolvido. Se é possível fazer uma crítica-da-crítica, penso que temas paralelos ao design, mesmo que existam para justificar linhas de pensamento sobre o tema principal, se desenvolvidos dentro do que seria “academicamente correto” incorrem no perigo de criar uma “tese dentro da tese”, ou dar origem a teses que caberiam bem em outras áreas do conhecimento (comunicação?) num lugar onde esse conhecimento (design, no caso) já está circunscrito. Enfim, fica o alerta de que todas as proposições devem ser bem justificadas ou definir de antemão qual será a sua abordagem (de modo superficial ou detalhado).
Até os slides de Franciscos foram trabalhados dentro da filosofia do trabalho, ao utilizar fontes armoriais. Apesar do resultado se prestar mais a leitura em papel (de perto) foi uma boa apresentação que optou por abordar um tema normalmente negligenciado pelo design – uma atividade considerada de elite? - a cultura popular.
Discutindo o hipertexto (2)
Caros profissionais de web, continuando a discussão que Ricardo Cunha iniciou há alguns posts atrás, volto a discutir o hipertexto, mas desta vez o enfoque são as estruturas de navegação.
Quem quiser comentar o artigo, o espaço está aberto!
Reunião PPDESDI maio,2008
Estas reuniões são muito informativas, esclarecedoras e por que não dizer, úteis tanto para o corpo discente (alunos) como docente (professores); para o primeiro grupo, útil para colocar todos a par dos (grandes) esforços da pós-graduação em fazer do PPDESDI um centro de excelência; para o segundo grupo é útil, também, para colocar o grupo a par dos trâmites acadêmicos para melhor ser pontuado dentro dos critérios educacionais (CAPPES, p.ex.).
Como a quantidade de informação é grande e muito específica, vou resumir a reunião para as informações que são relevantes para o corpo discente.
Profa. Lucy, reforçando reuniões anteriores, colocou novamente os pontos em que o PPDESDI precisa avançar para atingir nível mais alto dentro dos critérios da CAPPES. Algumas sugestões foram colocadas nesse sentido e prof. Guilherme fez um contraponto interessante, uma análise crítica mesmo, o que ajudou a se criar um consenso sobre as ações necessárias (concurso de novos professores para substituir os que estão apara se aposentar, ampliar o corpo docente atual, p.ex.). Uma sugestão foi de que para cada problema existente um esforço deve ser delegado a um docente que se propuser a fazer “a roda do progresso andar”. Por exemplo, determinar (formalmente) que os mestrandos publiquem um artigo antes e após a titulação é útil para todos (qualifica a instituição e o pós-graduando).
Mestre Monat colocou o PPDESDI a par dos critérios existentes para que uma pós-graduação possa ser bem posicionada no “ranking” dos cursos de pós-graduação. Esses critérios são relativamente simples, uma vez conhecidos, e os docentes presentes receberão um resumo desses critérios (e ações acadêmicas relacionadas) para que possam direcionar seus esforços acadêmicos nesse sentido. Por fim, Monat fez um comentário sobre de palestras recentes (Priscila Farias na ESDI e palestra de Monat, no SENAC SP). Como os docentes estão cada um, a sua maneira, informados sobre os cursos de pós-graduação no Brasil (e exterior, caso de Lauro Cavalcanti) essas reuniões são um intercâmbio de informações necessário para se saber o que se faz de interessante nos cursos “vizinhos” (e não incorrer em erros outrem).
Um comentário de Monat, que remete a um post deste blog, é a sugestão de que as matérias da pós reflitam as linhas de pesquisa; Monat colocou que sua linha é a hipermídia adaptativa, portanto suas aulas deveriam focar esse assunto, p.ex. Como o assunto é complexo, remeto ao post citado para que cada um lance sua opinião sobre o assunto.
Enfim, foi uma reunião que serviu para anunciar também a retomada da revista Arcos, que agora será online (vide post anterior). A edição 4 será primeiramente anunciada para o público acadêmico e em breve para o público “em geral”, como parte dos esforços acadêmicos esperados pela comunidade acadêmica. Fica a impressão de que se cada um dos envolvidos (alunos e professores) realizarem uma ação por ano que colabore com a pós-graduação (a revista Arcos online é um exemplo) é relativamente fácil ser bem colocado nos critérios de avaliação acadêmica, uma vez que os esforços – e pontuações são cumulativos.
Aproveito a oportunidade para sugerir que os micros utilizados nas aulas da pós-graduação tenham placa de rede sem fio, para acesso a internet (ou um ponto de rede, tradicional, com fio); isso facilitaria as apresentações/aulas de quem utiliza os micros da pós. Outra coisa útil seria ter mais extensões de porta USB.
Sem comentários »Revista Arcos, versão digital
Pesoal, saiu a versão digital da revista Arcos, edição 4.
Em breve estarei publicando aqui o endereço “oficial” da revista, mas queria dar a notícia em primeira mão, anunciada na última reunião do PPDESDI.
Na biblioteca da ESDI estão disponíveis as edições em mídia impressa, para quem não chegou a conhecer a publicação.
A versão para web teve layout inspirado no projeto gráfico do prof. João Leite (que fez o texto de apresentação da revista digital), e tem artigos nacionais e do exterior. A ESDI agora conta novamente com um veículo para a produção acadêmica da pós-graduação, o que só vem a contribuir para a instituição, que pretende ter curso de doutorado.
Longa vida para a Arcos!
Defesa Helena de Barros
Depois da primeira defesa demestrado da ESDI, esta com certeza foi a mais concorrida, tanto pelo número de pessoas como pelo fato de ser na sala de projeções (agora reformada) da ESDI.
A tese de Helena de Barros, “Em busca da aura: dinâmicas de construção da imagem impressa para a simulação do original” é sui generis, pois tem um lado técnico (ou prático) muito pertinente – discorrer sobre questões da reprodução de imagem em mídia impressa – além de fazer um histórico da evolução das técnicas de impressão onde a qualidade é fundamental. Indo pelo outro extremo, toca em questões teóricas - de semiótica - ao analisar a questão da imagem em nossa sociedade, ao colocar a existência da imagem original – que possui seu caráter simbólico e original - versus a imagem reproduzida com seu caráter de simulacro do real. Uma tese que aborda a história, a semiótica e as questões da limitação da reprodução em mídia impressa. Só pelo fôlego de tratar de um mesmo assunto por ângulos tão distintos Helena já merece parabéns.
A parte “histórica” da tese, que discorre sobre as limitações da mídia impressa desde a invenção da imprensa é interessante, pois mostra que determinadas reproduções não tem por objetivo serem fiéis ao original. Na verdade acabam sendo comercializadas – ou consideradas - como originais o que põe em xeque a questão do que é “original” ou “cópia” de fato.
Na parte “prática” Helena discorreu ainda sobre a evolução das técnicas de impressão, de 3 até 16 cores, em que os pontos de impressão variam conforme a tecnologia da época ou técnica utilizada. O ponto mais interessante talvez tenha sido mostrar que nenhuma técnica de impressão dá conta da fidelidade de cores do original, demandando artifícios técnicos como o aumento do número de cores ou variação no tipo de ponto a ser utilizado para impressão.
No arcabouço teórico, Helena citou Walter Benjamim – um teórico da imagem que também é precursor do hipertexto – na questão do simbólico que a imagem possui, o caráter especular da imagem, de reproduzir valores de seu observador, sociedade e época.
A qualidade das imagens exibidas – em projeção ou em exemplares impressos – mais o detalhamento dos assuntos tratados e diversidade de pontos de vista sobre um mesmo tema involuntariamente acabou por definir um padrão de qualidade a ser seguido ou atingido no mestrado. Parabéns de novo, Helena!
Na mesa avaliadora, João Leite acabou ficando com a maior parte crítica, ao perguntar porque a Flexografia ou Serigrafia não entraram na discussão; Helena explicou que priorizou técnicas que normalmente são utilizadas com qualidade fotográfica. Outro questionamento foi a falta de um glossário; a elaboração deste glossário seria uma segunda tese, por isso não foi considerado. João (re)citou trechos da tese que considerou tão elucidativos quanto corretos - ou poéticos.
Lucy Niemeyer e Washington Lessa (orientador) ficaram com as considerações finais, elogiando a tese, que, antes de ser oficialmente publicada, já foi utilizada como referência acadêmica/bibliográfica.
Infelizmente não pude ficar para assistir a defesa de Gérson, sobre plásticos, mas prometo colocar um resumo ou depoimento de quem assistiu num próximo post.
Sem comentários »Defesa: Passos da Moda
Defesa de Ludmila Vieira de Oliveira, uma história e tipologia dos calçados do ponto de vista do design, do sapateiro até o designer de calçados.
Ludmila discorreu sobre a evolução dos calçados, em específico o tênis, pois este tem influenciado os demais tipos de calçadospor ser tecnologicamente mais avançado hoje (há sapatos de salto que incorporam na sua estrutura amortecedores de impacto, para distribuir o peso pelo salto, alma até o bico do calçado).
Dentre os pioneiros do calçado estão Francois Pinet, Pietro Yantur. No início, na sapataria (todos os produtos industriais?) o principal era a excelência na fabricação, e não inovações formais ou técnicas.
O calçado evoluiu, de um pedaço de couro costurado em volta do pé até a criação da sola + cabedal; de produto masculino passou a ser um produto voltado para mulheres também.
O conceito de moda pret-à-porter (pronto-para-o-uso) fez com que o calçado evoluísse junto com a moda, embora hoje seja mais um produto de design pois incorpora todas as etapas do que se considera um produto de design/desenho industrial.
Finalizada a exposição, a banca - Lucy Niemeyer, Sydney Freitas (PPDESDI), Maria Cristina Volpi Nacif (UFRJ) - fez suas considerações, o que contribui para o aperfeiçoamento da tese. Esta parte é sempre um enigma para o(a) mestrando(a) pois nem sempre os avaliadores são os inicialmente programados, e cada avaliador possui um ponto de vista diferente sobre o que é avaliado. Mas certas observações acabam sendo comuns na maioria das avaliações, dentro de uma mesma linha de pesquisa (por isso a presença de mestrandos nessas apresentações!).
Da banca, Maria Cristina ao fazer análise crítica argumentou que embora a tese seja histórica fugiu da chamada “historicidade” fazendo paralelo entre design e suas tipologias. Indagou sobre tipologias de saltos e tipos de sapatos contemporâneos, a origem do tênis (bordeguim ou bota?), mas essa origem é imprecisa, pois remete entre duas origens, uma delas o “pai” do jogo de tênis.
Sydney argumentou se a tese discorre sobre calçados masculinos ou femininos, de classe A ou C/D. Outra observação foi que o resumo deve ser o mais fiel possível ao conteúdo para que não se crie falsas expectativas na leitura.
O fator econômico foi fundamental na evolução do calçado, e isso poderia ser ilustrado através de dados estatísticos de consumo de determinados estilos/modelos. Outra observação foi a citação de que houveram mudanças na atividade de sapataria (ou design de calçados) ao longo do tempo, mas essas mudanças não foram descritas.
Ou seja, a tese não termina na escrita, nem na apresentação, há o trabalho de reescrever e acrescentar pontos levantados pela banca.
Novas defesas, em breve!
Sem comentários »Mestrandos, graduados e graduandos
Foi um encontro de gerações: graduandos, graduados, mestrandos de último e primeiro ano na Fundição progresso, as usual, ao final da aula de mestre (e vice-diretor) Monat. Desta vez na Fundição Progresso, uma esticada para comemorar aniversário de Adriano Renzi; foi um encontro muito legal, eu mesmo tirei foto com o barman, sósia do governador de SP, José Serra (!).
Já me perguntaram se pretendo continuar com o BLOG, essa cobertura online do mestrado… Bem, está nos meus planos fazer doutorado na ESDI, então… (risos).
Falando sério, o mestrado consegue reunir estudantes de diversas universidades, localidades e atividades profissionais o que é já é intelectualmente enriquecedor. Na verdade existem pelo menos duas produções no mestrado: a produção das teses e das matérias obrigatórias (esta última poderia ser transformada em coletânea de artigos, publicada pela Pós-Graduação).
Enfim, é sempre bom estar em volta de pessoas que acrescentam algo à profissão, e ainda são um bom papo numa sexta à noite.
Parabéns a ESDI!
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