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Orientação no mestrado
As matérias a cumprir acabaram para essa moçada, mas a orientação continua! Ainda mais na reta final do mestrado: Raphael Argento faz uma apresentação de seu desenvolvimento para o mestre Monat num Palm (!), enquanto Anderson Freire faz o mesmo na tela do computador (computador da secretária Fátima). Mais high-tech e ecologicamente correto (com energia elétrica mas sem papel) impossível.
Falar nisso já está surgindo a discussão sobre a “necessidade de se entregar a tese em papel” uma vez que muitas teses se fazem 100% em meios digitais (pesquisa, escrita, desenvolvimento e apresentação). Mas isso é assunto para outro post…
Sem comentários »Defesa DosVox
Nesta sexta-feira, 29/02/2008 às 11h Edson Rufino discorreu sobre sua tese, “Avaliação de usabilidade do sistema DosVox na interação de cegos na web”. Na banca, Anamaria de Moraes, o vice-diretor André Monat, o orientador Sydney Freitas. Na platéia, professores e doutores (Lucy Niemeyer, Guilherme Cunha) além de mestrandos e familiares de Edson. Desta vez houve mais mestrandos da turma que pertenço (Raphael, Beto, Danielle), talvez pela escolha do tema (relacionado à internet) talvez pelo fato de Edson ter cumprido matérias conosco.
Para quem não conhece, o DV (DosVox) é um sistema completo para deficientes visuais utilizarem o computador, ao contrário de outros programas semelhantes (JAWS, p.ex.). Ele possui um conjunto de programas (navegador web próprio, entre outros) para auxiliar os cegos no acesso a internet, sendo mais do que um mero “screen reader” (leitor de tela). Apesar de ocorrer em uma tela/janela essencialmente D.O.S. (modo texto) e portanto só acessível por teclado, tem uma interface bem semelhante a um “Windows em modo texto” (como é hoje a tela de acesso ao D.O.S.).
A pesquisa se ateve ao tema usabilidade do sistema DV com o objetivo de levantar os problemas que dificultam o uso deste pelo seu publico, os portadores de necessidades especiais (cegos).
Na análise foram feitas pesquisas formais com usuários “normais”, especialistas e desenvolvedores. Usuários especialistas preferiram o uso de descrição “textual” (por voz) dos elementos de página (“imagem”, “tabela”, etc.); o uso de sintetizador de voz não foi bem aceito pelos usuários “normais” assim como o uso de sons para indicar elementos de página (títulos, p.ex.).
Dentre os problemas relacionou-se a cultura dos desenvolvedores, que utilizam sistemas operacionais antigos (Unix, p.ex.) que faz com que se adotem termos antigos (diretórios em vez de pastas, p.ex.) e a falta de testes de usabilidade para aferir se a interface atende às necessidades dos usuários.
Foram feitas algumas críticas a tese, como é de praxe, como por exemplo, porque não enfocar o redesenho do programa (design) em vez da usabilidade. O fato do DV não possuir bom tratamento de metadados de HTML (indicar cabeçalhos em tabelas, por exemplo) nem reconhecer o XML ainda foi outro ponto levantado e explicado.
Após a defesa, todos cumpriram o ritual de sair para a banca tomar sua deliberação final, e após poucos minutos, todos voltaram para que Edson recebesse sua graduação em mestrado.
Enfim, foi uma boa defesa, que com certeza vem acrescentar ao currículo acadêmico do PPDESDI.
Sem comentários »Redes sociais no mestrado
Um dos aspectos interessantes neste mestrado é que os temas tem pontos em comum, mesmo sendo distintos.
No meu caso e de Bruno Corrêa, o tema é o mesmo – educação ou ensino à distância – embora o enfoque seja distinto (metodologia para cursos on-line e avaliação em curso virtual, ambos adaptativos). Indiretamente tem a ver com o tema de Nena (O impacto das tecnologias no design gráfico), pois ela atuou na área de treinamento de software gráfico (em plataforma Mac).
O impacto de uma área de conhecimento ou atuação profissional é o tema de Beto Lima, que pesquisa a influência do trabalho de Hans Donner (Rede Globo) no design brasileiro. Outro que analisa a influência do design (aqui, de produto) é Bruno Batella, ao pesquisar o design ferroviário e seus impactos no uso dos trens pela população ou pelos próprios ferroviários. Por fim, Filipe Chagas analisa a influência do design dentro da empresa Natura, entrando inclusive na área do design de valores intangíveis.
No caso da Paula Sobrino, o tema redes sociais (participação/ação social) conceitualmente tem a ver com o tema de Flavia (design socialmente responsável) e Adrian (jornalismo colaborativo/participativo); o tema deste último tem a ver com o de Ricardo Cunha (infografismo digital) pois ambos lidam com representação de informação jornalística. Representar informação por sua vez é o foco do trabalho de Raphael, mas em sistemas de tomada de decisão em 2D/3D.
Na última aula do prof. Monat Paula apresentou duas redes sociais distintas, a V2V e AVAAZ, a primeira uma rede social de voluntários para ações locais (voluntários para dar aulas numa comunidade, p.ex.) e a segunda uma rede para ações globais (contra o aquecimento global, etc). Em ambos os casos os sites carecem de um design que estimule a participação, embora o V2V agregue alguma tecnologia adaptativa; ao informar seus interesses oportunidades, eventos e fóruns relacionados aparecem para o usuário cadastrado, como faz a livraria Amazon, p.ex.
Como a cada apresentação os temas apresentam um foco maior, Paula demonstrou exatamente onde o design pode atuar numa rede social virtual; seja no projeto arquitetura da informação ou na interface (usa/navega/bilidade do site).
Fotos:
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Defesa de tese e eleição de representante
Essa semana o cardápio foi variado neste mestrado. Num único dia foi defendida a tese de Joaquim Redig, um dos ícones da história do design brasileiro (ser colega de Redig num mestrado vale menção no currículo).
Na banca avaliadora, Edna Velho, Washington Lessa, Lauro Cavalvanti; Prof. Guilherme Cunha ainda se recuperando de operação, assistiu a apresentação, mas sem participar.
O tema de Redig, o trabalho de Aloísio Magalhães no projeto da marca da Petrobrás, foi rico tanto pelo nível de detalhamento do projeto como pelo rigor de avaliação da banca, no tocante às referências utilizadas e embasamento de Redig em sua apresentação.
Embora Redig tenha passeado pela história, semiótica e projeto propriamente dito, seu foco foi o último, uma vez que que a parte histórica serviu para dar recorte ao tema, a semiótica para fundamentar a abordagem e o projeto da marca BR acabou sendo o tema central.
Fica o recado para nós futuros mestrandos: ter um recorte (foco) bem definido, não descuidar nem das referências utilizadas nem do embasamento de sua proposta.
Equipe de Aloysio Magalhães que desenvolveu a marca Petrobrás.
Em breve mais fotos da defesa.
No mesmo dia foi feita a votação do representante de turma. Apesar do clima tumultuado, a turma conseguiu recuperar seu próprio equilíbrio e este que vos tecla (Wallace) foi eleito como representante e Nena, a suplente; na prática como só haverá oficialmente um representante, Nena cumpre tanto o papel de me substituir na minha eventual ausência como para fazer ponte representativa dos colegas das “áreas humanas” (só para contextualizar, eu faria parte dos colegas que optaram pelas “áreas tecnológicas”).
De minha parte fiquei feliz com o fato dos colegas terem me escolhido, e com a alegria de todos pelo resultado
. Espero corresponder às expectativas, mesmo numa função “formal” como esta.
Fotos da votação:
A turma, já num momento de descontração, realizando contagem dos votos (analógicos, em papel).
Em breve fotos da outra metade da turma (só ficou faltando Raphael e Paula).
Sem comentários »Técnicas de pesquisa - Conclaves
Nesta última aula a turma se reuniu (só faltou a Flávia, Filipe e Raphael) como no semestre passado, nas aulas do prof. Monat.
Já está na seção Downloads o texto do prof. Sydney sobre Técnicas de Conclaves.
Até semana que vem -
Desenvolvimento de tese
Neste semestre, devido a possibilidade do Prof. Monat ir para a Inglaterra desenvolver sua tese de doutorado, será desenvolvida orientação das teses dos mestrandos de Monat: Wallace, Bruno Corrêa, Paula Sobrino, Adrian Neuhaus, Anderson Freire, Raphael Argento e Ricardo Cunha.
Metade dos orientandos está com suas propostas bem definidas e encaminhadas, e até com data de apresentação:
31/08 – Wallace
14/09 – Bruno Corrêa
21/09 – Ricardo
28/09 – Adrian
05, 12 e 19/10 em aberto…
A outra metade ainda vai definir datas de apresentação embora estejam com tema mais definido.
Raphael por exemplo, deverá focar numa comparação entre sistemas de tomada de decisão diferentes (aero, ferro, metro, rodoviário, elétrico, lógico) a fim de definir quando o uso de interface 3D é mais adequado; até porque as situações citadas envolvem ou não questões de representação de escala, p.ex.
Anderson deverá abordar questões de gestão de informação focada no ROI (tradução de Retorno do Investimento) mais do que analisar um sistema de CAD paramétrico, apenas.
Ricardo irá abordar questões relativas a infografia on-line, com muitas possibilidades ainda em aberto.
Adrian deverá desenvolver uma ferramenta de jornalismo colaborativo on-line tanto para agilizar o processo de desenvolvimento da análise (não ter de construir “no braço” os exemplos) como para poder fazer testes de uso da sua proposta.
Bruno Corrêa está envolvido com o processo de colocar o AHA! (ferramenta de gerenciamento de ensino adaptativo) para funcionar, pois é um aplicativo JAVA, que depende de diversos programas periféricos para funcionar.
Eu, Wallace, irei apresentar um esquema diagramático de minha proposta – sistema de avaliação on-line dentro de um curso de CorelDraw – além de um sistema de avaliação adaptativo existente e um exemplo de curso à distância de Corel, ou seja, a tarefa que será avaliada.
O interessante dessa e outras matérias do mestrado é que elas acabam escrevendo nossas teses ao longo do tempo. O que poupa tempo e evita retrabalho (ou excesso de trabalho) no último semestre.
No final deste semestre deveremos todos ter um capítulo pronto.
Ainda há a idéia de fazer visitas na Rede Globo (onde Raphael trabalha), na Escola Superior de Guerra, além de reuniões com acadêmicos de outras instituições.
Detalhe da aula do prof. Monat: Ricardo no primeiro plano, Monat e Anderson ao fundo.
Mais uma camiseta – uma tradição ESDIana; desta vez a marca da Coca-Cola elevada a categoria de College, na camiseta de Anderson. Não pude deixar passar… Sem comentários »
Metodologia apresentada (5)
Final de semestre, blog comemorando seu milésimo acesso em 4 meses (em torno de 250 visitas por mês!), posto as últimas fotos:
Jeanine…
…Raphael…
…Nena…
…e Anderson apresentando suas propostas.
Depois, a tradicional esticada no Bar Luiz, no centro.
Como foi um dos encontros mais memoráveis deste mestrado, farei comentários no próximo post…
Sem comentários »Metodologia apresentada (4)
Esta foi a terceira e talvez uma das mais complexas apresentações do mestrado com Letícia Rumjanek, Paula Sobrino e Adrian Neuhaus.
Leticia falou sobre “Legibilidade de tipografia para crianças em processo de alfabetização”, onde diferenciou legibilidade de leiturabilidadde (readability, termo ainda sem tradução oficial em língua portuguesa). Se Letícia me permite uma interpretação livre, o termo visibilidade seria ligado ao carater de ser visível a olho nu, legibilidade seria a capacidade de leitura sem comforto visual e leiturabilidade seria um termo relativo ao conforto da leitura.Para os apaixonados por tipografia como eu foi muito bom saber dos critérios que medem a legibilidade (distância, velocidade, movimento ocular, freqüência do piscar, fadiga, visão periférica, visibilidade, quantidade de trabalho) além de alguns parâmetros tipográficos relacionados (p.ex., o “g” minúsculo - sem serifa
e serifado
- que pode ter dois desenhos diferentes, sendo monocular ou binocular respectivamente).Letícia apresentou métodos de análise - miscue analysis (traduzido como análise do desvio) que acaba se enquadrando na categoria de pesquisa exploratória; neste tipo de pesquisa - no caso, com crianças - apesar do rigor científico espera-se que as mesmas tenham reação “natural” e “espontânea” ao responder aos testes, uma flexibilidade incomum em pesquisas mais tradicionais. Paula discorreu sobre “Levantamento para redes sociais”, onde deu uma aula sobre tipos de redes sociais e como o design pode influir na construção desse tipo de comunicação.
O recorte da pesquisa contemplou redes que nascem na web e redes localizadas (geograficamente); e descartou todos os “logs” (blogs / fotologs / videologs / audiologs), chats, redes P2P (peer to peer ou ponto a ponto)/torrents por não trerem um aspecto social ao longo de seu uso.
Paula ainda fez um inventário (por categoria) de redes como Podomatic, Wisegeek, Spurlnet, Reddit, Eucurti, Gather, MySpace, PHPBB, Icox, Tuturialized, Blinklist, Looksmart, Newsvine, Digg, Via6, Netlog, Sotspot e PHWiki entre outras.
Por exemplo, das características que serão pesquisas estão a interatividade (Wikipedia), Interação (MySpace), Mutabilidade (Tutorialized, YouTube), Horizontalidade (Orkut), Adaptabilidade (Digg), Customização (Multiply).
Foi curioso perceber que os termos adaptatividade (de adaptável, relativo a forma) é distinto de adaptatibilidade (de adaptativo, relativo ao conteúdo) além de ser um trava-língua dos bons (risos).
O objetivo da pesquisa é avaliar como o design pode atingir aspectos psico-sociais, contribuir para auto-gestão das redes e trabalhar aspectos cognitivos e coletivos dos usuários.
Adrian fechou o acalorado debate com “Design de ambiente para jornalismo participativo online”, onde a proposta anterior de análise de fóruns de discussão evoluiu para jornalismo participativo (que tem origens no jornalismo cívico = jornalismo para o cidadão, p.ex.).Como a proposta de Adrian é muito complexa - em linhas gerais seria permitir que uma notícia publicada online tenha diversas camadas de opinião (com video, fotos, comentários, versões de outras pessoas, tudo com referências das origens). Ou seja, a real democratização da informação (a notícia desvinculada de interesses econômicos, políticos ou editoriais) parece que será atingida com essa proposta de interface para sites de notícias. No mínimo uma boa proposta, e provavelmente um novo paradigma na história da comunicação está se inaugurando - uma vez esse conceito cunhado por Adrian chegando à mídia, os veículos que não adotarem essa abordagem terão de ter uma posição editorial muito sólida para que seus conteúdos não sejam vistos “com reserva” pelos leitores.
Desse jeito teremos doutorado na ESDI em breve…
Foi definido que a entregas dos trabalhos (sumário comentado e bibliografado) será em 08 de julho 08 de agosto (confere mestre Monat?).
As próximas apresentações serão de Nena, Jeanine, Raphael e Anderson, numa segunda-feira (logo após o PAN).
Como não tenho slides, ficam as fotos. Até breve!
Sem comentários »Calendário de metodologia (2)
Calendário atualizado
Caros, conforme definido na reunião da última aula de Metodologia científica (prof. André Monat), segue calendário de apresentação das propostas de mestrado:
15 de junho:
Adriana Ribeiro; Cartazes de Glauber Rocha
Beto Lima; influência da Rede Globo e Hans Donner no design
Bruno Batella; Sistemas ferroviários no Brasil
22 de junho:
Wallace Vianna; hipermídia adaptativa
Filipe Chagas: Branding
Letícia Rumjanek: Legibilidade em tipografia para crianças
Flávia Neves: Design de informação
29 de junho:
Bruno Corrêa: design instrucional
Anderson Freire: Sistemas de CAD
Daniele Ellwanger: Design moveleiro no sul do Brasil
Adrian Nehaus: Representação gráfica de fóruns de discussão
06 de julho:
Nena: História da tecnologia no design gráfico
Raphael Argento: Sistemas de apoio à decisão
Paula sobrino: O design nas redes sociais
Jeanine Geammal: Design, ornamento e uso
A apresentação será basicamente uma descrição do tema que se deseja abordar, para a turma; fica a critério do mestrando levar ou não o professor co-orientador.
1 comentário »Palestra sobre a Escola de Illinois
Na aula passada do prof. Andre Monat, (metodologia científica) foi fechado o ciclo de apresentações sobre as propostas dos mestrandos com o depimento de Raphael Argento, que pretende abordar sistemas de tomada de decisão em 3D; a hipótese a ser defendida é: quando utilizar representações 2D ou 3D em sistemas de informações digitais?
Raphael Argento, durante sua exposição
De todos os temas este é o mais difícil de se encontar referências ou bibliografias, embora alguns colegas tenham dados pistas nesse sentido (matérias do do Jacob Nielsen sobre usabilidade, controladores de tráfego aéreo, empresas que fazem controle de tráfego viário como a CET RIO, Supervia, Metro, SENAI - tecnologia de metal e solda, etc).
Raphael com certeza será um dos trabalhos mais festejados (o tema é deveras interessante do ponto de vista da mídia), vamos aguardar para ver os resultados.
Prof. Saboya, docente de graduação da ESDI
O professor Luiz Antonio Saboya da graduação (metodologia do projeto) chegou logo a seguir, e descreveu um pouco da história do IIT, Instituto de Tecnologia de Illinois (EUA) onde fez mestrado entre 1982 e 1985. O IIT tem orientação marcadamente científica e as propostas sempre são focadas no design voltado para a área tecnológica (sistemas computacionais). O IIT sempre procurava orientar projetos que investigassem nossa sociedade no futuro, um pensamento marcantemente progressista e que faz o maior sentido num país de primeiro mundo.
Profs. (e mestres!) Monat e Saboya, durante roda de debates
A tese da Saboya abordou um sistema de síntese, um software que auxiliasse a elaboração de projetos de design, semelhante ao que o MS Project e outros softwares de apoio a gerenciamento de projetos se propõem a fazer, hoje.
A palestra de Saboya foi essencialmente útil na matéria do Monat pois ele abordou a “metodologia de Illinois” (tradicional, científica) em contraponto com outra escola (ou abordagem) que se chama “pattern languages”, uma metodologia de 2ª geração que enfoca não uma idéia de sistematização “cartesiana” do pensamento mas uma abordagem “antropológica” do pensar, analisando padrões de pensamento dentro de culturas étnicas diferentes. A conclusão de Saboya é que a metodologia de “1ª geração” (escola de Illinois) por ser mais antiga é mais fundamentada que a de 2ª geração, portanto é mais “segura” no que tange a avaliação de resultados.
A palestra merecia não um post, mas um artigo científico pois foi muito complexa, trabalhou muitos assuntos, conceitos e idéias por demais profundos para serem resumidos aqui.
Valeu prof. Saboya, que outros palestrantes venham contribuir com suas experiências para enriquecer esse grupo de mestrado.
Adrian e Anderson fizeram uma proposta informal de trazer um conhecido (colega de apartamento) para fazer uma palestra, agora é só aguardar.
Abaixo, foto pós-palestra; confraternização no Bar Luz, centro do RJ. No sentido horário: Mestrandos Anderson e Adrian; professores André e Saboya; e na ponta da mesa o mestrando Wallace:




































